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Alergia ao protetor solar: irritação ou alergia?

Coceira, vermelhidão e ardência após usar um produto merecem atenção. A avaliação ajuda a identificar a causa.

Adaptado do artigo publicado em 31 de janeiro de 2022 no acervo da ASBAI SC.

Alergia ao protetor solar: irritação ou alergia?

Nem toda reação tem a mesma causa

Uma reação na pele após o uso de protetor solar pode ser uma dermatite de contato. Esse nome descreve uma inflamação causada pelo contato com uma substância. Ela pode ser irritativa, quando o produto agride a pele, ou alérgica, quando envolve uma resposta do sistema imunológico a um ingrediente.

Filtros solares e outros componentes da fórmula podem estar envolvidos. A avaliação deve considerar o produto usado, o local da aplicação e a relação dos sintomas com a exposição ao sol.

Quais sinais podem aparecer?

Coceira, ardência, vermelhidão, descamação e pequenas bolinhas estão entre as manifestações. Algumas reações também podem formar bolhas. Os sintomas podem surgir nas áreas onde o produto foi aplicado.

Se aparecer uma reação, interrompa o uso do produto suspeito e lave a região com água. Procure avaliação médica se a reação persistir, piorar ou for intensa. Evite reaplicar o produto para tentar confirmar sozinho a causa.

Como investigar e escolher alternativas?

Leve à consulta o nome do protetor e sua lista de ingredientes. Fotografias das alterações na pele e informações sobre outros cosméticos usados podem ajudar na investigação.

Quando há suspeita de alergia de contato, o especialista pode indicar o teste de contato, também chamado de patch test. O resultado, junto com a história dos sintomas, orienta quais componentes evitar e como escolher produtos adequados. Converse sobre alternativas para manter a proteção solar durante esse processo.

Fontes para consulta

Conteúdo educativo. Para avaliar sintomas e escolher um tratamento, consulte um médico.